03 novembro, 2009

Amor, meu grande amor.

       O que eu mais quero hoje é dizer que eu te amo. Sim, que te amo. Dizer que te amo mais que tudo. Que, literalmente, sem você eu não existiria. Você foi e sempre será o melhor amigo que qualquer um podia ter. O meu melhor amigo. Eu seria capaz de tirar o tico de felicidade que me resta para te trazer de volta para mim. Para eu, finalmente, dar aquele abraço que eu quis tanto dar. Minha covardia tomou o lugar da minha vontade. Queria poder tirar esse nó da minha garganta, dizer tudo o que penso, tudo o que sinto, tudo que me move e motiva. Queria te dar um beijo e te contar meus medos, meus dramas, minhas felicidades. Porque, definitivamente, eu nasci para você. Ás vezes, meu orgulho tomava conta de minha cabeça e assim deixava de passar momentos raros contigo. Meu doloroso orgulho, aquele que me fez perder tantas coisas valiosas nessa vida. Aquele que me impediu dizer que te amava. Eu não queria admitir meus defeitos e erros. Hoje, me pego fazendo as coisas que tanto reprimia e abominava em você. Me olho no espelho, me encaro. Percebo você dentro de mim. Sua alma entrelaçada com a minha. Você é uma das únicas constãncias na minha vida. Onde, nesse mundo louco, tudo muda, tudo passa muito rápido, você estará sempre constante, sempre presente e vivo. Não existe amor mais puro do que o nosso. É natural. Evitei dizer teu nome, evitei pensar em você, evitei falar de você. Isso não me adiantou muito, a dor continuava assolando em meu peito vazio. A dor não diminuiu, apenas me acostumei a ela. A dor de te querer aqui e não poder. Te amo hoje e te amarei para sempre. Incondicionalmente. Irrevogavelmente. Por todos os dias da minha vida.

Um comentário:

Gaabí Andrade disse...

caramba, que post da poxa :O
muito, muito, muito profundo.
saudades Carol, teamo (l) *: